quarta-feira, 22 de novembro de 2017

ST. MADNESS - 55 (Live Álbum)


2017
Importado

Nota: 9,3/10,0

Tracklist:

1. Drowning on Air
2. Death Drives a Buick
3. Metal to the Death and Beyond
4. Don’t Be Like the Blind
5. Can’t Help Falling in Love With You
6. Arizona
7. Day of the Dead
8. The Anti-Superhero
9. This Is Your Reality
10. Bloodlustcapades


Banda:


Prophet - Vocais
Sid Ripster - Guitarras
Scarlet Rivers - Baixo
Randal Maddrums - Bateria


Contatos:

Site Oficial:
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Youtube:
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Assessoria:


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Um pouco de loucura faz parte de um cotidiano saudável a todos os que vivem nesse mundo, não importando que tipo de música se ouve, etnia, gênero ou nacionalidade. Não, sair do normal é algo que ajuda a suportar as pressões de todos os dias. E em termos de loucura musical, o quarteto norte-americano do Arizona ST. MADNESS (velho conhecido dos brasileiros) chega para mais um round, dessa vez com “55”.

Sim, é um disco ao vivo desse quarteto insano que nos abastece de boa música e nossa dose diária de insanidade há 24 anos. Sempre fazendo uma forma de Metal agressivo e com o Groove moderno dos anos 90, mas cheio de boas melodias e refrãos ganchudos. E sendo o aniversário de Prophet (vocalista/líder do grupo), a energia que se ouve da banda é absurda, sempre mantendo peso, energia e muito alto astral. É empolgante!

As gravações ocorreram no “The Hall at Pankester’s Too”, em Scottdale (Arizona), tendo produção, mixagem e masterização de Patrick Flannery e Chris Pentecost. Desta forma, a sonoridade do CD é ótima, mantendo a sensação e energia de uma apresentação do ST. MADNESS, mas mantendo a clareza e o peso necessários para a audição. E tudo muito bem feito.

Se há algo no trabalho do ST. MADNESS que sempre precisa ser exaltado é a honestidade com sua música. Sim, pois somente dessa forma esses 24 anos de vida podem significar algo. E se preparem, pois o estilo pessoal do quarteto de tocar vai dobrar seus conceitos e o tornará fã deles. Sim, eles querem isso, e você não vai resistir (nem tente).

E as dez canções de “55” são escolhidas a dedo, cada uma delas um autêntico massacre de energia. E se preparem, pois canções como as sujas e envolventes “Drowning on Air” e “Death Drives a Buick” (ambas com um trabalho ótimo de baixo e bateria, com aquele ritmo sujo e deliciosamente cheio de Groove), a clássica “Metal to the Death and Beyond” (uma faixa um pouco mais cadenciada e com ótimos vocais e guitarras), a surpreendente versão do grupo para “Can’t Help Falling in Love With You” (que ganhou peso e crueza absurdos, mas mostrando como Elvis Presley é uma influência enorme para o cenário norte-americano em termos de linhas melódicas vocais), a dose de peso e feeling “Southern Rock” de “Arizona” e seu contraste entre momentos limpos e outros pesados, o fluir de energia pura de “Day of the Dead” e “This Is Your Reality”. E para dar um gostinho do que vem por aí, fecham o show com a faixa-título do vindouro álbum em fevereiro de 2018, “Bloodlustcapades”, que é uma declaração de amor da banda a seu estilo, com muita empolgação e um ritmo cadenciado gorduroso e envolvente, mas a mesma loucura de sempre.

Ou seja, o ST. MADNESS nunca perde a mão, sempre mostrando que estão firmes na pregação do Metal.

Keep Making Evil Fun!!!

terça-feira, 21 de novembro de 2017

MATAKABRA - Prole (EP)


2016
Selo: Independente
Nacional

Nota: 9,1/10,0

Tracklist:

1. Executado
2. Pesadelo
3. Prole


Banda:


Rodrigo Costa - Vocais
Fernando Marques - Guitarras
Blico Paiva - Guitarras
Rafael Coutinho - Baixo
Theo Espindola - Bateria


Convidado:

Bruno Saraiva - Teclados


Contatos:

Site Oficial:
Twitter:
Instagram:
Assessoria: https://www.facebook.com/cangacorockcomunicacoes/ (Cangaço Rock Comunicações)


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Um fator interessante do Nordeste do Brasil é que uma grande parte das bandas dessa região tem forte apelo no Metal “Old School”, ou seja, muitos preferem ir por um caminho já bem conhecido. E supreendentemente surge em Pernambuco uma banda com uma sonoridade mais moderna: o MATAKABRA, que nos brinda com uma aula de Metal jovem em “Prole”, seu recém-lançado EP.

Para início de conversa, o grupo faz um trabalho moderno que transita entre o Metalcore e estilos mais modernos de Metal, mas mesmo assim, se percebe uma influência de estilos mais extremos, pois “Prole” é bruto e destrutivo de uma forma próxima ao Death Metal. E não, não existem vocais limpos ou passagens mais melodiosas muito evidentes (as linhas melodiosas são muito subjetivas), aqui é para dar dor no pescoço e fazer os ouvidos incautos sangrarem. Mas ao mesmo tempo, se percebe que a energia que flui do disco é algo abusivo, além de muitas quebradas de ritmo e riffs que encaixariam muito bem em bandas de Death Metal extremo, o que torna o trabalho do grupo bem diferente. E ponham nisso algumas passagens bem sutis de teclados.

Usando o bom e velho “D.I.Y” (ou “Faça Você Mesmo”, velho lema do underground), a qualidade sonora é abrasiva e gordurosa, cheia de peso e timbres extremamente agressivos. Mas não pensem que não se compreende o que a banda está tocando, mas é justamente o oposto: tudo está claro aos ouvidos. Ou seja, a aporrinhação do seu vizinho churrasqueiro de fim de semana está garantida!

A arte é bem simples, um trabalho bem legal de Felipe Vaz Luza, que ressalta o lado agressivo e opressivo da música do grupo. E fica óbvio o conteúdo lírico deles.

E tome uma voadora nos dentes, pois o MATAKABRA não está para brincadeiras! O troço é doido com eles, mas sempre bem feito e com arranjos dinâmicos que não nos deixam sair do lugar. É começar a ouvir e ficar grudado na banda.

Sem dó dos ouvidos, a banda já chega com uma porrada seca nos cornos chamada “Executado” (cheia de energia e muito empolgante, mudanças de tempo muito boas, mas reparem bem nos riffs extremos que foram mencionados acima), seguida do ataque de brutalidade e tempos mais lentos de “Pesadelo” (que destila bons momentos técnicos em ótimas passagens de baixo e bateria), e algumas melodias mais subjetivas dão as caras em “Prole”, um autêntico “rasga-pregas” intenso e moderno (recheado de ótimos vocais e teclados pontuais bem sombrios).

Epa, já acabou???

Sim, infelizmente esse é o ponto fraco de “Prole”: ser um EP com pouco mais de 11 minutos, pois do jeito que o grupo é empolgante, merece um álbum completo!

Bela banda, e esperamos que venham com um álbum da próxima vez!

Ponho fé!

LIFE IN BLACK (Thrash/Heavy Metal - São Paulo/SP)


Início de atividades: 2014

Discos lançados: “Broken Ego”

Formação atual: Daniel Monfil (vocais), Ricardo Oliveira (guitarras), Marco Alexandre (guitarras, vocais, teclados), Marco Guerra (baixo, vocais), Richard Brandelik (bateria)

Cidade/Estado: São Paulo/SP




BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

Daniel Monfil: a banda iniciou em 2014, após a separação do Hate for Revenge. Eu,  Ricardo Oliveira e o ex-baixista do Hate for Revenge decidimos seguir formar uma nova banda, com uma sonoridade mais atual e agressiva.

E chamamos o grande Marco Alexandre do lendário Poseidon pra tocar e assim foi formado o LIFE IN BLACK.

O Richard veio um tempo depois da banda já esta formada.

O incentivo foi basicamente renovar nosso som e tocar muito pra essa galera nova


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Daniel: muitas dificuldades. Pouco apoio da mídia, público somente apoiando as mesmas bandas ou covers, e infelizmente muita gente que esta na cena underground somente pra aparecer (fazer graça).


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Daniel: Sampa ainda é um lugar bacana pra tocar, mas está saturado de locais com bandas covers. Hoje, o interior e fora de Sampa, a galera é muito melhor como público. E de estrutura, não temos o que reclamar, só tocamos em casas bacanas.

Mas para uma banda de som autoral, acho que tocamos bastante. Mas não está fácil...

Tem que correr muito atrás.

BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Daniel: coisa de fase, todos vão parar uma hora. Mas sempre tem renovação no Metal, só não podemos ficar de olhos fechados para as bandas novas, pois serão elas que vão ocupar a cena daqui um tempo.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Daniel: nossaaaaa, muita coisa! Infelizmente quase tudo precisa mudar. Desde o público viciado em bandas covers, como produtores que tratam as bandas igual lixo. E as bandas precisam se unir mais também, para conseguir atingir voos maiores. Juntos, não teria pra ninguém. Mas tem alguns nomes que não se envolvem ou se acham os fodões, e isso só prejudica mais todo mundo.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Daniel: bom, o LIFE IN BLACK agradece o espaço e todo mundo que acompanha nosso trabalho. Sempre feito de forma honesta e humilde.

E aguardem o segundo álbum logo vai estar ai... Aguardem!

E BORA PRO ARREBENTO!!!!

Abraços!

Ouça “Broken Ego” na íntegra:



MONSTRATH (Death Metal - São Paulo/SP)


Início de atividades: 2015

Discos lançados: Single “Child of God”

Formação atual: Loi Trejo (vocais), J. Luger (guitarras), Morales Elmano (baixo), Niko Teixeira (bateria)

Cidade/Estado: São Paulo/SP


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

Morales Elmano: Esse “projeto” começou com uma conversa que tive com Loi sobre tocar Metal, eu estava tocando blues com amigos e com muita vontade voltar a tocar Metal. Chamamos J. Luger para as guitas e composições, eu e Loi fazemos a divulgação.

Nós queríamos um som poderoso e coeso, sem firula, Death Metal puro. Surgiu MONSTRATH.


BD: Falem um pouco sobre este atual álbum. Como esta sendo feita a parte de composição, gravação e quando será seu lançamento?

Morales: A composição, deixamos a cargo de Luger, centralizamos para surgir um timbre único, faço os arranjos do bass, Niko da batera e Loi do vocal, gravamos cada um em um lugar dessa vez, conseguimos timbrar com um custo menor e uma qualidade excelente. Estamos prevendo o lançamento para maio de 2018.


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Morales: Amigos da Metal Samsara, isso é um problema generalizado aqui no brasil, enfrentamos a falta de investimento, nosso budget é baixíssimo, então estamos trabalhando com o mínimo, a produção está com Tchelo Martins que está fazendo mágica. Entendo que faltam locais para shows especializados onde uma banda nova possa mostrar seu trabalho e receber um pagamento, mesmo que o mínimo. Divulgação além do Facebook e Instagram, que são os meios mais barato para se divulgar, mas se você não tem como pagar acaba ficando uma divulgação fraca.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Morales: Luger e Loi são de São José dos Campos, Eu estou morando em São Paulo, Niko é de Taubaté, juntando as 3 cidades deve ter alguma coisa boa, ainda não tocamos muito, nós esperamos em 2018 ter alguns shows mais profissionais para mostrar a verdadeira essência da banda.

Produtores: por favor, olhem para as bandas novas com olhos clínicos e mente aberta. Estrutura boa? Difícil!


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Morales: Cara, já ouvi que o metal acabou desde 2000 mais ou menos, Rock’n’roll nunca vai acabar por que é sincero, não é uma modinha tosca a lá funk carioca, sertanejo. Metal não é 1 música, é um estilo, é uma vida. Diminuiu muito sim, mas nunca acabou.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Morales: Bem, pra mim já deu certo faz tempo, estamos numa entressafra que promete soltar muitas bandas boas nesse futuro próximo. O que falta é um pouco de incentivo da mídia e produtores. E insisto em dizer que o público deve apoiar sempre as bandas novas.



BD: Fale um pouco do recente videoclipe lançado. Como foi trabalhar nele e produzi-lo?

Morales: Processo difícil e prazeroso ao mesmo tempo, escolha da música, produtor, gravação da música, captação de imagens, local, isso tudo leva tempo, e demorou um pouco mais por eu morar em SP. O produtor Ricardo Palomares nos trouxe as ideais, e um amigo “emprestou” o local, a partir daí foi cansativo, mas o resultado foi melhor do que esperava, mais de 3 mil visualizações orgânicas, para um primeiro trabalho está ótimo, e se alguém ai quiser ajudar acessa lá o link abaixo e manda bala ajudando a divulgar.


BD: Quais são os projetos futuros da banda?

Morales: Terminar o primeiro álbum que está sendo produzido por Tchelo Martins, lançar em 2018, e começar a tocar.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Morales: Primeiro quero agradecer esse espaço, galera do Metal Samsara, Patrick e Sangue Frio Produções, Mike da Downfall Records, Maranhão da RMZ Produções.

Você que curte Metal, seja a vertente que for não deixe de curtir os shows das bandas novas, sei que não dá para ir em todas, mas ajude a banda que você gosta, divulgue, compre merchand, entre em contato, esse apoio é especial para todas as bandas. Vou deixar o e-mail da banda para quem quiser saber mais.

Obrigado a todos!

MONSTRATH 2018!


Links para contatos:

Facebook: @monstrath
Instagram: @monstrath_official

Links para audição:
www.monstrath.com (Aqui tem todos os links para você ouvir, assistir e comprar a banda Monstrath)

Amazon Music: http://a.co/bLshs0p


Veja o vídeo oficial de “Child of God”:


PERPETUAL LEGACY (Symphonic Metal - Brasília/DF)


Estilo: Symphonic Metal

Início de atividades: 2014

Discos lançados: “A New Symphony for Him”

Formação atual: Michelle Rodovalho (vocais); Bruno Souza (guitarras); Rafael Lobo (teclados); Matheus Maia (baixo)

Cidade/Estado: Brasília/DF

Influências musicais: Nightwish, Epica, After Forever.




BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

A banda iniciou após Matheus (Baixo) e Michelle (Vocais), que participavam de uma outra banda juntos, descobrirem que compartilhavam das mesmas influências e gostos musicais além da vontade de fazer um projeto baseado na junção de Metal, orquestra e corais fazendo algo diferenciado dentro da linha de Metal Sinfônico já existente no mundo.


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

O cenário nunca foi 100% favorável. No nosso caso as dificuldades são ainda maiores por se tratar de uma banda de Metal, com o som Sinfônico e totalmente voltada ao cristianismo. Com todos esses fatores, a procura por eventos é bem pequena e as possibilidades um tanto quanto restritas, mas nada que nos abale. Procuramos fazer a divulgação pelas plataformas digitais e mídias sociais e estamos tendo ótimos resultados dentro do que a banda sempre se propôs a fazer.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

A capital do rock já não é mais a mesma há muitos anos. As condições já foram ótimas, passaram a boas e hoje são praticamente nulas. Por incrível que pareça tocamos mais fora da nossa cidade e quando acontece de tocar por aqui a estrutura é mediana, salvo algumas exceções onde a estrutura chega a ser fantástica.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?
O metal é um estilo musical. A música sofre mutações, altos e baixos com o passar das décadas, mas é uma linguagem universal. Dizer que o metal está no fim seria declarar o óbito da música e principalmente da música de boa qualidade que em muitos casos é levada até mesmo como um estilo de vida. Então, podem ter poucas pessoas dispostas a seguir esse estilo de vida ou até mesmo valorizar a boa música ou o metal propriamente dito, mas esse número nunca será zero.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Infelizmente somos obrigados a olhar para a Europa como um exemplo de educação musical. No velho continente a música é levada a sério e obrigatória durante todas as fases do ambiente escolar fazendo com que pessoas sejam formadas valorizando a verdadeira música e a música de boa qualidade, tendo como consequência a valorização do cenário de qualquer estilo musical que tocar por lá. No nosso país o músico não é levado a sério e muitas vezes vira piada e sinônimo de desemprego. Isso tem por consequência uma estrutura educacional que não valoriza a música criando pessoas que não se importam com qualidade e conteúdo. Para que o cenário dê certo no Brasil, a música precisa ocupar o lugar que ela merece e ser usada principalmente como formadora de pessoas que consigam construir conteúdo de qualidade e valoriza-lo.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Não deixem de nos acompanhar nas redes sociais e dar o seu apoio. Se você assim como nós, espera concretizar o sonho de formar uma banda, lembre-se que o trabalho nunca termina. Investimentos serão necessários seja em forma de recursos financeiros ou tempo e a sua boa aplicação em qualidade e estrutura são ideais para possamos começar a mudar o nosso cenário.


Links para contatos:


Links para audição:

http://www.deezer.com/br/album/11244724

Veja o vídeo Clipe oficial de “Looking for the Endless Light”: