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terça-feira, 19 de dezembro de 2017

EDEN SEED (Thrash/Heavy/Metal Eclético - São Paulo/SP)


Banda: EDEN SEED

Estilo: Thrash Metal/Heavy Metal/Eclético mas sempre Metal

Início de atividades:29/06/2016

Discos lançados: EP “Rising Up” / Single “Maria Candelária”

Formação atual: Luis Henrique (Vocal), Gisele Marie Rocha (Guitarras), Matheus Manente (Baixo), Marcos Henrique (Bateria)

Cidade/Estado: São Paulo (SP)

Influências musicais: Cada vez se torna mais estranho e algo incômodo falar sobre as influências do EDEN SEED, porque a banda tem incontáveis influências, nem todas são de metal, muitas são incompreensíveis e a banda é realmente eclética, embora seja sempre extremamente pesada. Eu (Gisele Marie Rocha) poderia citar aqui PANTERA, MEGADETH, BLACK SABBATH, JUDAS PRIEST, OZZY, ANTHRAX, mas isto é muito pouco e limitador para citar o grande e variado número de influências da banda.


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

Gisele Marie Rocha: O EDEN SEED só surgiu devido à minha insatisfação em relação à atuação da banda que eu tocava antes. Então eu saí daquela banda em agosto de 2015 decidida a formar uma nova banda para mim, uma nova banda de metal, com horizontes musicais mais amplos, pesada como todo o meu trabalho até hoje, e mais atuante. Bem, música é o meu trabalho, a minha profissão e a minha vida, e eu acredito que todos os membros da banda também sentem isto, e é por isso que temos uma banda.


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Gisele: Tocar em uma banda de Metal no Brasil já é por si só uma dificuldade, mas nós acreditamos de fato na globalização e no alcance mundial através da internet. O cenário no Brasil está difícil porque os espaços para banda autoral são ou limitados ou ineficientes, e o público brasileiro é extremamente colonizado, mas os objetivos do EDEN SEED sempre foram relacionados ao mercado mundial, então seguimos em frente.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Gisele: A estrutura nunca é boa no Brasil, em qualquer cidade. São Paulo não foge à regra, e tudo isto é agravado pela situação difícil do cenário econômico atual. Temos feito shows com certa frequência, mas como o EDEN SEED é uma banda muito nova e nós estamos no momento concentrados na produção do nosso primeiro full álbum, que deverá ser lançado no começo de 2018, então eu acho que vamos começar a encarar shows mesmo a partir do ano que vem.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Gisele: Isto é um tipo de comentário de quem parou no tempo e está olhando para trás em vez de olhar para frente. O Metal é um estilo de música, que nunca irá acabar. Quantas vezes será que o fim do blues, do rock em geral, do jazz, da música erudita, foi declarado? No entanto, todos estes estilos de música continuam mais vivos do que nunca e sempre estarão vivos. Assim é com o Metal, que no fim das contas é um estilo musical, como estes que eu citei! Metal nunca vai acabar! Metal não é moda, é música.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Gisele: O que é dar certo? O Brasil já passou por fases em que o cenário musical em geral, e isto transcende o Metal, era tão bom quanto em qualquer outro canto do mundo, como Europa, Estados Unidos, Ásia... O problema não é o Metal em si, mas sim o cenário brasileiro atual, onde você tem pouco espaço para a arte em geral no país, uma população com poucas oportunidades de variação cultural, cuja atenção e capacidade cognitiva é bem direcionada para descartáveis e coisas fugazes. Mas falando especificamente em termos de Metal, falta muita coisa, falta a atuação realmente profissional de pessoas e equipes que atuam no cenário, falta sempre a união de bandas e público, mas a mudança está em todos nós que atuamos no cenário Metal e não estamos fazendo a nossa parte, todos nós, músicos, produtores, bookmakers, empresários, casas de shows, etc...


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Gisele: Não adianta ficar reclamando da realidade se você não tem uma atuação positiva e não faz a sua parte! Cultive e exercite a consciência, opinião própria, senso crítico, seja você mesmo, e paz para todos!


Links para contatos:
EDEN SEED – PÁGINA OFICIAL NO FACEBOOK: https://www.facebook.com/EdenSeedBand/

EDEN SEED – SITE OFICIAL: http://www.eden-seedband.com/

Links para audição: https://soundcloud.com/eden-seed

OBS.: se a banda possuir discos no Bandcamp, Soundcloud, e clipes oficiais, coloque-os aqui.
EDEN SEED – CANAL DA BANDA NO YOUTUBE: https://www.youtube.com/channel/UCt2y9oH-Z3gMv2fDOAhm7Uw

BANDCAMP: https://edenseed.bandcamp.com/


Vejam o vídeo para “No Violence”, novo Single do EDEN SEED:

SAND CRUSADER (Death Metal Progressivo - Belém/PA)


Estilo: Death Metal Progressivo

Início de atividades: 2016

Discos lançados: "Sand Crusader"

Formação atual:
Wael Daou - guitarra
Tiago Belem - bateria
Gleyson Souza - baixo
Edu Lobo - vocal

Cidade/Estado: Belém/PA

Influências musicais: DEATH, Jason Becker.


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

Wael Daou: A banda começou com o intuito de tocar o álbum recém lançado do guitarrista Wael Daou, e com o passar do tempo foi tomando proporções maiores a cada show! Hoje estamos em processo de composição de um novo disco.


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Wael: Locais para shows, estrutura e incentivo, falta de cachês e dificuldade em vender material autoral.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Wael: Temos pessoas focadas e esforçadas pra fazer com que cena ande! Graças a elas estamos conseguindo nos apresentar. A cena autoral em Belém é enorme e cheia de bandas incríveis esperando oportunidades.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Wael: O Metal é um estilo de vida... um modo de pensar e nunca morrerá! Basta o público se interessar por bandas novas e dar espaço a elas.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Wael: Apoio do público. Artista de modo geral no Brasil e no mundo não é valorizado até que estoure...


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Wael: Apoie a cena local e consuma os seus produtos! Isso ajuda a banda a manter suas atividades!




Vejam o vídeo de "Thorns of Joy", do disco "Sand Crusader":

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

CANÁBICOS (Metal/Rock Alternativo - Araguari/MG)


Início de atividades: 2013

Discos lançados: “La Bomba” (2013), “Reféns da Pátria” (2014), “Alienígenas” (2015), “Intenso” (2017)

Formação atual: Clandestino (vocal), Murcego González (guitarra e vocal), M.M.(guitarra), Mestre Mustafá (Bateria), Pablo Vieira (baixo)


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda

Murcego Gonzales - A banda começou em 2013; eu e o Clandestino temos uma parceria nas composições há quase uns 20 anos, já haviamos tocado junto em outros projetos e estávamos com um disco gravado (La bomba), porém sem nome e sem banda. Foi quando tivemos a ideia do nome Canábicos! Apresentamos o material para os caras, sabíamos da competência e qualidade musical deles, fizemos o convite e estamos juntos até hoje com quatro discos já gravados.


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Murcego - As dificuldades são várias, vão desde o lado financeiro até as oportunidades pra se tocar em eventos legais e bem produzidos. Gravar um disco de qualidade em um bom estúdio com um bom produtor requer investimento, os cachês provenientes dos shows ajudam, mas mesmo assim ainda temos que por a mão no bolso e completar (risos).  Ganhar espaço em grandes eventos e festivais também é complicado, tem muita banda de qualidade para pouco evento. Esse ano tocamos em alguns dos grandes como o Goiânia Noise, Festival Timbre e Festival Triangulice, todos com excelente público, estrutura e organização. Tocar nesses eventos é um dos principais objetivos e a grande recompensa.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Murcego - As condições aqui não são muito favoráveis, cidade pequena do interior (risos). Tem pouco espaço, pouco apoio também, apenas um pub com estrutura legal, mas a gente acaba organizando alguns eventos e festivais pra somar. Tocamos com uma certa regularidade pela região do triângulo mineiro, em outros estados os shows são mais esporádicos, mas essa frequência vem aumentando assim como o reconhecimento. Estamos bem satisfeitos.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Murcego - Acho muito injusto declararem o "fim do Metal" porque os grandes ícones deste estilo estão partindo. Suas obras continuam aqui, estão servindo e vão continuar sendo referência para várias bandas dentro do universo do rock/metal. Eu, particularmente, adoro ouvir sons setentistas de vários artistas que já se foram e usamos muito dessas referências nas composições do Canábicos. Entendo que é quase impossível criar algo que não tenha relação com o que gostamos de ouvir, os ícones se vão, mas o Metal, o Rock e suas obras ficam!


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Clandestino - Acho que principalmente o apoio da grande mídia. A proporção e disseminação do rock/metal em rádios e emissoras é quase nula comparada a outros estilos musicais. O cenário sobrevive devido à persistência dos adoradores do estilo, das bandas e organizadores de eventos que fazem o que podem pra promover e vitalizar a cultura rock/metal.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores

Clandestino - Curtam bastante o Intenso, mas também podem se preparar para o nosso novo disco porque estamos nos esforçando muito pra que seja o ponto alto da nossa carreira até aqui! É Noise!


Mais Informações:
www.monstrodiscos.com.br


Veja o vídeo de “Planeta Estranho”:

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

THUNDERSPELL (Heavy Metal - Belém/PA)


Início de atividades: 2010

Discos lançados: “Battle Scream” (2015)

Formação atual: Hugo Andrey (guitarra), Leo Rodrigues (vocal), Bruno Tavares (guitarra), Paulo Wallace (Bateria), Bruno Gibson (baixo)

Cidade/Estado: Belém/PA




BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

A Banda foi formada na cidade de Belém do Pará no ano de 2010 pelo Hugo Andrey. Por possuir um gosto muito forte por bandas de heavy metal, Hugo Andrey que também tocava e uma banda antiga e muito conhecida na cena local e nacional chamada Retaliatory (Death/Thrash), decidiu formar o THUNDERSPELL após sua saída do Retaliatory. No início da banda ocorreram muitas mudanças de integrantes, o que era natural pois o THUNDERSPELL buscava pessoas que se identificassem com a proposta musical da mesma. Após alguns anos de busca, a banda encontra estabilidade com a entrada de músicos experientes oriundos de outras bandas da cena local do metal paraense. Ficando assim com a atual formação com: Bruno Tavares (guitarra), Leo Rodrigues (vocal), Bruno Gibson (baixo), Paulo Wallace (Bateria) e Hugowar Andrey (guitarra).


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

A maior dificuldade que percebemos é a distância e o auto custo de passagens, pois moramos na região norte. Existem muitos Headbangers espalhados pelo Brasil que gostariam de nos verem tocando na sua cidade, só que a falta de apoio e a instabilidade financeira do país é uma triste realidade e torna muito difícil um produtor underground bancar tudo sozinho. Porém não desanimamos e sempre procuramos alternativas viáveis para que possam tornar possível levar o nosso som para todos os cantos do país.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Apesar de muitos dizerem que a cena está fraca em Belém eu vejo de outra forma. Acredito que a cena está muito forte e em plena ascensão. Muitas bandas locais produzindo materiais com nível profissional altíssimo, entre elas posso destacar: Methademic, Sand Crusader, Empeiria, Retaliatory, Opera Queen, etc. Durante a BATTLE SCREAM TOUR mantivemos uma boa média de shows tocamos em várias cidades e estados, que foi uma grata surpresa pois esse é o nosso primeiro álbum lançado e a aceitação por parte dos Metalheads por onde passamos foi incrível. Não temos o que reclamar da estrutura de Belém quanto das cidades por onde passamos, pois todas ofereceram um excelente suporte para banda.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

O Metal não está morrendo e nunca morrerá enquanto existirem os verdadeiros metalheads que apoiam o movimento. É claro que está ocorrendo uma transformação e uma transição natural, pois mais cedo ou mais tarde os grandes ícones do Heavy Metal mundial iram parar. Cabe as futuras gerações propagar a herança e o legado que elas estão deixando para nós. Comentários pessimistas e comparações saudosistas sempre haverão, o chamado confronto de gerações. Mas o Metal nunca morrerá.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Esse é um assunto complicado, pois envolve vários fatores, mas o principal de todos seria a falta de Apoio, seja por parte de empresas privadas, governo, mídia, público em geral etc. Falta também o próprio Headbanger brasileiro acreditar nas bandas do seu país, e valorizar verdadeiramente o que é produzido aqui.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Queria agradecer o espaço, iniciativas assim são muito importantes para as bandas undergrounds poderem mostrarem o seu trabalho. Se você ficou interessado é só procurar o THUNDERSPELL nas redes sociais (Facebook, YouTube, etc). Temos um álbum “Battle Scream” lançado de forma independente em 2015, quem quiser adquirir é só entrar em contato com a gente.

Valeu!

HEAVY METAL WILL NEVER DIE!


Links para contatos:



Links para audição:

Let Me Live Metal (clipe): https://www.youtube.com/watch?v=-fBhn82BzwM   
FirePower (Raven Cover) (clipe): https://www.youtube.com/watch?v=77DBHekXcW8  
Black Flames (clipe): https://youtu.be/8u14PUXT7P0
Entrevista2: https://youtu.be/DNL62qIhRg0

Veja o vídeo de “Shadow Zone”:

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

ESCARNNIA (Thrash/Death Metal - Palmas/TO)


Início de atividades: 2012
Discos lançados: “Humanity Isolated”
Formação atual: Ismahell (vocais, guitarra), Samuel (bateria), Natanael (baixo) e Valber (guitarra)
Cidade/Estado: Palmas/TO


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

Samuel Santos: A banda surgiu de um desejo já antigo, desde jovem montava uma banda ou outra, mas nunca vingava, então em 2012 conseguimos finalmente a primeira formação, nesse mesmo ano fizemos a nossa primeira apresentação e foi insano superou nossas expectativas, nosso primeiro baterista não pode continuar e somente em 2013 a banda firmou a formação que dura ate hoje, nesse meio tempo fizemos grandes shows ao lado de bandas com TEST, DISGRACE AND TERROR, HEIA, MEGAHERTZ e WORST onde o guitarrista Tiago Hóspede nos deu a oportunidade de gravarmos primeiro álbum.


BD: Falem um pouco sobre este atual álbum. Como foi feita a parte de composição, gravação e lançamento?

Samuel: Gravamos em Sumaré/SP, no estúdio Lamparina a gravação e a masterização foi de Tiago Hóspede, guitarrista da banda (WORST).

Todas as letras foram escritas pelo nosso vocalista Ismael Santana, em nossas músicas, falamos sobre a vida cotidiana e sobre como as indignações mundiais sobre uma religião que eles tomaram e também sobre o mal das guerras.

Lançamos no inicio de 2017 onde convidamos bandas locais, o evento foi um sucesso fãs das cidades vizinhas compareceram em peso, foi um lançamento caloroso e bastante empolgante.


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Samuel: A burocracia para participar em muitos eventos no Brasil, a parte financeira contribui diretamente, e grandes bandas acabam por não conseguirem conciliar banda com a vida social.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Samuel: Dentro da cena Tocantinense já tocamos desde palcos com ótima estrutura ate o mais underground possível, já participamos dos maiores eventos do nosso estado e sempre fomos bem recebidos e em questão do movimento atual em comparação há anos atrás deu uma esfriada geral.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Samuel: No Brasil é bastante complicado manter uma banda na cena underground, por falta de incentivo e pela questão financeira, tendo em vista que para uma banda ganhar destaque grande importância.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Samuel: Os fãs do gênero valorizarem mais as bandas locais, comprar matérias das bandas e ir aos shows, e isso de uma certa forma dar incentivo para que as bandas possam prosseguir.


BD: Fale um pouco dos recentes videoclipes/webclipes lançados. Como foi trabalhar neles e produzi-los?

Samuel Santos: O primeiro que foi da musica “Total Death” serviu de grande importância na divulgação do nosso trabalho de estreia, foi bastante cansativo a produção mas o resultado foi bem gratificante.



BD: Quais são os projetos futuros da banda?

Samuel: Estamos organizando nossa primeira turnê, nossos planos estão focados no lançamento do nosso primeiro álbum e pretendemos ser reconhecidos pelo mundo, estamos trabalhando para isso, é tornar-se real.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Samuel: Agradecemos primeiramente a todos que acompanham nosso trabalho e que nos acompanham nessa jornada e que de alguma forma nos apoiam pelas redes sociais ou indo aos shows, muito obrigado Headbangers!!


Links para contatos:



Links para audição:


Veja o vídeo para “Total Death”:

sábado, 2 de dezembro de 2017

RATTLE (Thrash/Death Metal - Salvador/BA)


Início de atividades: Dezembro de 2009

Discos lançados: “Pain is Inevitable” (Split, 2011); “Hellstouch” (Coletânea, Shinigami Rec, 2012); “Tales of the Dark Cult” (Shinigami Rec, 2015)

Formação atual: Val Oliveira (vocals), Henrique Coqueiro (guitar), Daniel Iannini (bass), Eric Dias (drums)

Cidade/Estado: Salvador, Bahia


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

Val Oliveira: A banda começou através de contatos via Orkut, acredite. Eu, Val Oliveira, tinha encerrado minha antiga banda um ano antes, e uma amiga minha disse que tinha uns garotos querendo montar uma banda com pegada Thrash e procuravam um vocalista. Fui encontrar eles, e nessa contatei um guitarrista, que era o Henrique. Tivemos uma reunião, marcamos um ensaio e começamos a compor. A meta, que estipulei, era só tocar quando tivéssemos sons suficientes para um show razoável, e pensamos desde o inicio em gravar algo oficial. E fomos compondo, até que surgiu a hora de entrar em estúdio e registrar o material que tínhamos, e que foi a base do EP “Hell of the Living Dead”, parte integrante do Split “Pain is Inevitable”. A meta da gente sempre foi compor algo visando futura gravação e shows, e não se prender muito a estilos e rótulos, mas com uma base no Thrash e no Death Metal.


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Val: Shows escassos, poucas casas de shows, segmentação e segregação de estilos e produtores duas caras, picaretas, fora as já clássicas e famosas panelas, que aqui é algo muito forte, e desvalorização das bandas.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Val: Está tendo eventos, mas muita coisa que rola é cover, ou shows com as mesmas bandas, nos mesmos locais, as velhas coligações. Como nos recusamos a fazer parte de panelas, ai não temos tocado muito. Na verdade, temos tocado cada vez menos. Ultimo show que fizemos foi novembro de 2016. Resolvemos então focar em compor para um futuro segundo Full Lenght. Parte da banda, para não ficar estagnado, montou alguns projetos paralelos. Em termos de estrutura, as poucas casas que tem aqui, tem uma estrutura razoável a boa. As casas melhores não costumam abrir espaço para Metal, ou para bandas menores.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Val: O Metal nunca vai acabar. Vai se renovar, mas com uma nova leva de pessoas que não consome musica, que baixa, não liga pra encarte, para quem compôs, não apóia, não vai a shows, na compra matéria, ai fica tudo mais difícil. Creio que vá ser difícil alguma banda chegar no patamar que o Metallica, Maiden, Sabbath entre outros medalhões estão. Não há mais o tanto de vendas como antigamente. Mas o Metal é um estilo forte, e tem uma base de fãs, admiradores fiéis. Vai continuar, vai se renovar, e sobreviver. Só que como eu disse, bandas pequenas terão que ralar muito para sobreviver, ter um lugar ao sol. Vendas não garantem mais nada, e sim shows, divulgação nos diversos meios. Tem que mostrar a cara e cativar audiência.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Val: Mais espaço para as bandas, sejam elas pequenas e novas, médias e grandes. Mais união, coisa que é complicada por diversos motivos. Mais espaços para shows, e eventos. Mas, nada disso adianta sem o público, que vá a shows, que consuma material e apoie bandas e o cenário. O que é complicado, devido a segmentações, as divergências, ao radicalismo, e às ideias retrógradas que envenenam e se espalham. Se não gosta de algo, deixa lá, cada um tem o direito de curtir o que quiser. O importante é respeito, e seguir curtindo o som, e fortalecer o cenário.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Val: Obrigado pelo espaço cedido, Marcos. O Metal Samsara é um importante veículo de divulgação e comunicação. E esperamos que os leitores e seguidores curtam nosso som, e apoiem as bandas novas do cenário nacional, e procurem conhecer o que existe no underground brasileiro. Stay Metal!


Links para contatos:


  


quinta-feira, 23 de novembro de 2017

HELL’S PUNCH (Thrash Metal - Belo Horizonte/MG)


Início de atividades: 2013   
Discos lançados:  “Burn It Down” 2016
Formação atual: Sérgio Ferreira (vocais, guitarra), Mark (guitarra), Wesley Ribeiro (baixo fretless), André Bastos (bateria) 
Cidade/Estado: Belo Horizonte/MG


BD: Como a banda começou?

Sérgio: Começou como uma vontade de voltar a fazer um som, uma decisão minha com meu irmão, que deixou a banda depois de um ano. Queria apenas fazer jams. Aí convidaram a gente para fazermos um Big Four Cover tocando Slayer, e aí obvio que aceitamos. Depois de 3 shows, achamos que tínhamos que compor e fazer nosso som e assim começou tudo de verdade. Estamos tocando há décadas, tinha uns 10 anos que não fazia som com o Overdose e estava na fissura para voltar a tocar. Mark e Wesley também meio parados com o Sextrash e Wesley tinha saído do Drowned e Humurabi... André está na ativa demais, toca em várias bandas em BH, acho que era o que mais estava tocando… Enfiamos as caras e compusemos disco, gravamos e saímos tocando. Nosso primeiro show já foi abrindo para o Suicidal... kkkkkk... Foi engraçado até... Mas começamos com o pé direito! 


BD: O que os incentivou a formarem uma banda?

Sérgio: Somos músicos desde novos acho que está no nosso sangue, acho que é isso. Nós quatro respiramos música e por caminhos diferentes chegamos onde estamos hoje, com trajetórias diferentes, mas agora felizes com o HELL’S PUNCH. 


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?  

Sérgio: Cara, a cena está caída demais, shows vazios, prejuízos e etc... Amador total.  Acaba que poucas bandas vivem de Metal hoje no país, 2 ou 3, e nem sei se vivem bem, mais.... Eu fui da época ainda que gravadora dava suporte, vendia-se CD, LPs e etc. Fiz 4 turnês mundiais com o Overdose em esquemas totalmente profissionais. Tour Manager, tour support, som, luz, agência de turnê, gravadora, merchandising, despesas pagas, cachê bom e etc... Hoje, vejo bandas tendo que pegar incentivo cultural para viajar em esquemas amadores, tocando para meia dúzia de pessoas. Vão sozinhos, na cara e na coragem, para tentar algo em esquemas que, às vezes, são piores que aqui. Isso é triste, além de não achar isso muito legal (usar recursos do governo). É uma pena. Eu acho que Metal e HC são sons para poucos, mas não exageremos né (risos)?

Tem que ter gente nos shows, tem que ter mosh e hoje tá complicado.   


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock?

Sérgio: Aqui (BH) é dominada por banda cover... kkkk.... Acho tão engraçado por que chegam a ter fã-clube, kkkkk... Fã de cover chega a ser surreal, mas é isso, embora algumas sejam homenagens lindas a bandas (nada contra só acho que não deveria ser só isso)... Só tem público show cover, e para mim isso demonstra a estupidez cultural que vivemos também. Um ou outro lugar na cidade ainda dá para tocar com público razoável - Stonehendge, Matriz... Acho que são esses locais ainda vivos para o som pesado. Mas comparado à cena de dos anos 90, não tem nem 10% do público. Triste...


BD: Conseguem tocar com regularidade?

Sérgio: Até que conseguimos tocar um pouco, mas bem menos que acho que seria legal. 


BD: A estrutura é boa?  

Sérgio: Poucos lugares têm estrutura boa, vivemos uma crise não só no país como também no Metal e HC nacional e mundial. Mas tocamos por amor e vamos continuar a meter bronca!! Segundo CD já está sendo composto e a gente mete as caras e fazemos mesmo!!! Fazemos porque amamos isso! 


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Sérgio: Metal nunca vai acabar, mas sim, passa por crises. Acho que sangue novo tem que aparecer e por vezes coisas boas aparecem mesmo. NUNCA vai morrer, mas das crises que vivi nessas 3 últimas décadas essa é a pior, sem dúvida! Quem gosta de Metal e HC não liga para crise nem porra nenhuma, tá no sangue! Mas agora está preocupando um pouco mais. Acho que há uma estupidificarão enorme da juventude e banalização da cultura e sendo assim acho que o metal, que é um som de alto nível de maneira geral, tende a sofrer mais.   


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?  

Sérgio: Cara, acho que estamos no ciclo de baixa agora, mas acho todos tem que participar dos eventos, temos que tocar e foda-se! Acho que só assim a coisa pega. Se não comparecermos não vai ter incentivo em fazer show de Metal. Acho que Metal sempre foi underground e quando vira mainstream dá merda, mas o underground está sem se movimentar e temos que retomar isso tocando, gravando bons sons e unindo esforços para fazermos bons eventos.


BD: Deixe sua mensagem final para os leitores.

Sérgio: Porra, obrigado pela força Metal Samsara, continuar apoiando é o modo de fazermos nossa parte para coisa melhorar para todos que verdadeiramente curtem Metal. À galera das antigas e galera nova, o HELL’S PUNCH está por aí tocando em todas as mídias sociais, streaming, para baixar o CD, e ainda temos CD físico à moda antiga pela Cogumelo Records. Façam contato! Sempre batemos um papo nas mídias com a galera que curte no Brasil e fora tb. Tem sido muito legal! Não interessa o quão mal o mercado está, estaremos fazendo som e tocando para quem quiser ouvir, todos são bem-vindos!!!!     

Links para contatos:


Links para audição:


Veja o vídeo oficial de “Hate” :

terça-feira, 21 de novembro de 2017

LIFE IN BLACK (Thrash/Heavy Metal - São Paulo/SP)


Início de atividades: 2014

Discos lançados: “Broken Ego”

Formação atual: Daniel Monfil (vocais), Ricardo Oliveira (guitarras), Marco Alexandre (guitarras, vocais, teclados), Marco Guerra (baixo, vocais), Richard Brandelik (bateria)

Cidade/Estado: São Paulo/SP




BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

Daniel Monfil: a banda iniciou em 2014, após a separação do Hate for Revenge. Eu,  Ricardo Oliveira e o ex-baixista do Hate for Revenge decidimos seguir formar uma nova banda, com uma sonoridade mais atual e agressiva.

E chamamos o grande Marco Alexandre do lendário Poseidon pra tocar e assim foi formado o LIFE IN BLACK.

O Richard veio um tempo depois da banda já esta formada.

O incentivo foi basicamente renovar nosso som e tocar muito pra essa galera nova


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Daniel: muitas dificuldades. Pouco apoio da mídia, público somente apoiando as mesmas bandas ou covers, e infelizmente muita gente que esta na cena underground somente pra aparecer (fazer graça).


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Daniel: Sampa ainda é um lugar bacana pra tocar, mas está saturado de locais com bandas covers. Hoje, o interior e fora de Sampa, a galera é muito melhor como público. E de estrutura, não temos o que reclamar, só tocamos em casas bacanas.

Mas para uma banda de som autoral, acho que tocamos bastante. Mas não está fácil...

Tem que correr muito atrás.

BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Daniel: coisa de fase, todos vão parar uma hora. Mas sempre tem renovação no Metal, só não podemos ficar de olhos fechados para as bandas novas, pois serão elas que vão ocupar a cena daqui um tempo.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Daniel: nossaaaaa, muita coisa! Infelizmente quase tudo precisa mudar. Desde o público viciado em bandas covers, como produtores que tratam as bandas igual lixo. E as bandas precisam se unir mais também, para conseguir atingir voos maiores. Juntos, não teria pra ninguém. Mas tem alguns nomes que não se envolvem ou se acham os fodões, e isso só prejudica mais todo mundo.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Daniel: bom, o LIFE IN BLACK agradece o espaço e todo mundo que acompanha nosso trabalho. Sempre feito de forma honesta e humilde.

E aguardem o segundo álbum logo vai estar ai... Aguardem!

E BORA PRO ARREBENTO!!!!

Abraços!

Ouça “Broken Ego” na íntegra:



MONSTRATH (Death Metal - São Paulo/SP)


Início de atividades: 2015

Discos lançados: Single “Child of God”

Formação atual: Loi Trejo (vocais), J. Luger (guitarras), Morales Elmano (baixo), Niko Teixeira (bateria)

Cidade/Estado: São Paulo/SP


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

Morales Elmano: Esse “projeto” começou com uma conversa que tive com Loi sobre tocar Metal, eu estava tocando blues com amigos e com muita vontade voltar a tocar Metal. Chamamos J. Luger para as guitas e composições, eu e Loi fazemos a divulgação.

Nós queríamos um som poderoso e coeso, sem firula, Death Metal puro. Surgiu MONSTRATH.


BD: Falem um pouco sobre este atual álbum. Como esta sendo feita a parte de composição, gravação e quando será seu lançamento?

Morales: A composição, deixamos a cargo de Luger, centralizamos para surgir um timbre único, faço os arranjos do bass, Niko da batera e Loi do vocal, gravamos cada um em um lugar dessa vez, conseguimos timbrar com um custo menor e uma qualidade excelente. Estamos prevendo o lançamento para maio de 2018.


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Morales: Amigos da Metal Samsara, isso é um problema generalizado aqui no brasil, enfrentamos a falta de investimento, nosso budget é baixíssimo, então estamos trabalhando com o mínimo, a produção está com Tchelo Martins que está fazendo mágica. Entendo que faltam locais para shows especializados onde uma banda nova possa mostrar seu trabalho e receber um pagamento, mesmo que o mínimo. Divulgação além do Facebook e Instagram, que são os meios mais barato para se divulgar, mas se você não tem como pagar acaba ficando uma divulgação fraca.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Morales: Luger e Loi são de São José dos Campos, Eu estou morando em São Paulo, Niko é de Taubaté, juntando as 3 cidades deve ter alguma coisa boa, ainda não tocamos muito, nós esperamos em 2018 ter alguns shows mais profissionais para mostrar a verdadeira essência da banda.

Produtores: por favor, olhem para as bandas novas com olhos clínicos e mente aberta. Estrutura boa? Difícil!


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Morales: Cara, já ouvi que o metal acabou desde 2000 mais ou menos, Rock’n’roll nunca vai acabar por que é sincero, não é uma modinha tosca a lá funk carioca, sertanejo. Metal não é 1 música, é um estilo, é uma vida. Diminuiu muito sim, mas nunca acabou.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Morales: Bem, pra mim já deu certo faz tempo, estamos numa entressafra que promete soltar muitas bandas boas nesse futuro próximo. O que falta é um pouco de incentivo da mídia e produtores. E insisto em dizer que o público deve apoiar sempre as bandas novas.



BD: Fale um pouco do recente videoclipe lançado. Como foi trabalhar nele e produzi-lo?

Morales: Processo difícil e prazeroso ao mesmo tempo, escolha da música, produtor, gravação da música, captação de imagens, local, isso tudo leva tempo, e demorou um pouco mais por eu morar em SP. O produtor Ricardo Palomares nos trouxe as ideais, e um amigo “emprestou” o local, a partir daí foi cansativo, mas o resultado foi melhor do que esperava, mais de 3 mil visualizações orgânicas, para um primeiro trabalho está ótimo, e se alguém ai quiser ajudar acessa lá o link abaixo e manda bala ajudando a divulgar.


BD: Quais são os projetos futuros da banda?

Morales: Terminar o primeiro álbum que está sendo produzido por Tchelo Martins, lançar em 2018, e começar a tocar.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Morales: Primeiro quero agradecer esse espaço, galera do Metal Samsara, Patrick e Sangue Frio Produções, Mike da Downfall Records, Maranhão da RMZ Produções.

Você que curte Metal, seja a vertente que for não deixe de curtir os shows das bandas novas, sei que não dá para ir em todas, mas ajude a banda que você gosta, divulgue, compre merchand, entre em contato, esse apoio é especial para todas as bandas. Vou deixar o e-mail da banda para quem quiser saber mais.

Obrigado a todos!

MONSTRATH 2018!


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Veja o vídeo oficial de “Child of God”: