Metal United World Wide (MUWW) is a project which brings together metal bands, fans, show organisers, media and other supporters for one big event. The idea is to have metal shows all over the world on the same date identified by the same banner. Everybody can be part and shows are individually organized. The aim is to create a world wide feeling of community as well as attract attention to the performing bands who are predominantly underground bands.
A community project needs community support. The project does not charge participation fees but relies on the support of the metal community. Around 20 show organisers have already agreed to put on a show on 5 May 2018 so far and there are a number of others interested. Below this text and at our website is the updated overview:
Are you a band, show organiser, media representative or other metal institution? Do you already have a show or tour on that date? Do think this is a great project and you would like to get on board? Contact events@metal-roos.com.au. Everybody is welcome and can join. After all, this is Metal UNITED World Wide!!! \m/
We are proud to announce that Wacken Open Airhas agreed to support our project. Please visit our list of partners to find out who else is on board. The list will be growing rapidly and of course you can be part. www.metal-united-world-wide.com/partners
Whatever you do, mark your diaries and be part of something special on 5 May 2018! \m/
Dutch symphonic metal giants EPICA are proud to announce the launch of their brand new live video for 'Consign To Oblivion'. The video was captured during EPICA's sold out show at the Zénith in Paris last February where the band closed their most successful European tour to date together with an excited legion of 5,000 fans! This live video perfectly mirrors the band's craving for non-stop innovation and for continuously improving their live performance. 'Consign To Oblivion - Live at the Zénith' will show you how the EPICA live experience has reached new dimensions once again!
Lead guitarist Isaac Delahaye comments on the video:
"Hey legion! Here's a live video we still had on the shelf. Glad we can take you into the world of 'Consign To Oblivion', the song that usually marks the end of an EPICA show. It's bombastic and builds towards an epic climax, and it's always fun to play. Enjoy watching, and see you soon during our European tour with VUUR and MYRATH!"
The video was captured and edited by Panda Productions. Check out this stunning video, here:
14.04. NL Tilburg - 013 (w/ MYRKUR, OCEANS OF SLUMBER)
20. - 22.06. N Halden - Tons of Rock
02. - 04.08. D Wacken - Wacken Open Air
17./18.08. A Graz - Metal on the Hill
EPICA celebrates 1000th show anniversary at 013 Tilburg!
On Saturday 14th April, 2018 symphonic metal icons EPICA will celebrate their 1000th show anniversary at 013 in Tilburg, the Netherlands. After their recent sold out shows in the Netherlands, EPICA is more than proud to announce that they will perform this mile-stone event at the legendary 013 venue, the exact same venue where it all started for the band 16 years ago!
Rest assured that this night will be celebrated the right way as EPICA invited some very special guests to make sure this night will be remembered! Danish metal sensation MYRKUR and USA's progressive metallers OCEANS OF SLUMBER are already confirmed, and more guests are still to be announced!
Vocalist Simone Simons stated:
"Back in 2002, we could have never imagined that one day we'd be playing our 1,000th live show! This couldn't have happened without the support of our dearest and most loyal EPICA legion, so in order to make this an unforgettable night, we've invited some very cool guests to perform with us!"
Guitarist Mark Jansen added:
"I remember our very first show at 013, Tilburg as if it was yesterday. Back then we were supporting ANATHEMA, but now 16 years later, we'll have the honour to be celebrating our 1,000th show at the same venue as headliners. We could have never achieved this without the support of our loyal fans, so we definitely wanted to make this an amazing night to celebrate all together with also some very cool special guests! We hope to see you all in Tilburg!"
Early bird tickets are available now! You can also purchase a special bundle which includes an exclusive t-shirt of this show! You can order your preferred version via this link:
On September 1st, EPICA proudly unleashed their long-awaited EP »The Solace System«. This EP includes six brand new tracks, which were written and recorded during the process of their latest album »The Holographic Principle«, which charted worldwide!
De alguns anos para cá, temos o surgimento de um movimento
interessante no Brasil: o Levante do Metal Nativo, ou seja, as bandas que são
conscientes das lendas mitológicas e cultura Pré-Colombiana. E elas têm a
necessidade de levar adiante esse legado cultural da Alma Mater brasileira, tão judiada e esquecida por intelectuais e
mesmo pelo público brasileiro de Metal.
E um dos nomes pioneiros nessa revolta é o do trio de
Brasília MIASTHENIA, que há 23 anos
luta no underground, sempre fazendo trabalhos relevantes e de bom gosto, e que
chega com seu quinto álbum, “Antípodas”,
que aqui é resenhado.
Fugindo da “capetologia” barata e manjada, o trio mergulha
fundo nas lendas e mitos da América Pré-Colombiana, sempre embalados em um
Pagan/Black Metal intenso e soturno, bem trabalhado e com excelentes melodias. A
grande diferença é que em “Antípodas”,
o grupo está explorando ainda mais seu lado melodioso, e mesmo duetos entre
vozes masculinas e femininas podem ser notados. Se o simplismo nunca foi a
tônica do trabalho musical do MIASTHENIA,
mesmo com canções um pouco mais curtas, ele não se faz presente. E a energia
crua e indomável do grupo se encontra em cada um dos detalhes do disco.
Em resumo: “Antípodas”
é um disco maravilhoso, criativo e de altíssimo nível!
A produção é do veterano Caio “Dynahead” Cortonesi, que também fez a mixagem e masterização,
tudo no BroadBand Studio, em
Brasília. E mais uma vez, a qualidade sonora é muito boa, seca e bruta, mas
sempre com aquela crueza essencial para o trabalho do grupo. Mas nem por isso é
difícil de compreender os arranjos e melodias das canções, as linhas melódicas
são bem definidas e os timbres instrumentais foram escolhidos com sabedoria.
A arte visual é assinada Márcio Menezes (da Blasphemator
Art), com layout e encartes de Slanderer
Crowley. Tudo transpira aquela aura de resistência nativa, da cultura
perdida que clama por revide. E como ficou bonita nesses tons de verde. E se
repararem direito, o Digipack possui contrastes em alto relevo na capa.
Hécate nas gravações do vídeo de “Conjupuyaras”
Musicalmente, “Antípodas”
é o trabalho mais maduro do MIASTHENIA.
Os arranjos e linhas melódicas sombrias se tornaram mais envolventes, ao mesmo
tempo em que a essência da banda que conhecemos desde “XVI” se encontra intocada. Mas mesmo assim, percebe-se que o grupo
está musicalmente mais maduro. Além do mais, mesmo que não seja a intenção,
temos nas mãos um disco conceitual, narrando a empreitada do conquistador Francisco de Orellana (que ajudou Francisco Pizarro na conquista do Peru)
que desceu o Rio Amazonas de sua origem nos Andes até o Oceano Atlântico, mas
sob a perspectiva Pagã dos indígenas. Além disso, percebe-se a valorização do feminino no disco, a força da mulher emancipada e forte na figura das Amazonas (ou Coniupuyaras, como são chamadas no disco). Musicalmente, mais maduros, a banda está usando mais solos de guitarras que
antes, duetos de vocais limpos com rasgados, ótima técnica instrumental, e justamente estes elementos dão mais vida à sua música de primeira que eles estão fazendo.
“Ymaguare” é uma
introdução grandiosa e cheia de corais indígenas, mostrando a necessidade de se
opor para se manter íntegro, que é seguida por “Novus Orbis Profanum” (ou “Novo Mundo Profano”), uma música cheia
de linhas melódicas bem feitas, rica em grandes momentos de teclados e belas
melodias das guitarras, tudo para mostrar a vinda dos colonizadores que vieram
em busca de riquezas. Em “Conjupuyaras”,
a brutalidade tétrica do grupo se alia a uma pegada mais dinâmica e alguns
momentos ainda mais agressivos, mas reparem como os vocais estão de primeira
(assim como baixo e bateria), tudo para contar a luta de Orellana contra a resistência por parte das Icamiabas (tribo guerreira formada exclusivamente de mulheres, conforme narrado por Frei Gaspar de Carvajal, um religioso que acompanhava Orellana). Em “Antípodas”, a banda mostra uma canção
com uma forte ambientação sinistra, algo na sua pegada mais antiga, cheia de
belos riffs de guitarra, tudo para que se compreenda que os colonizadores não
conseguiam compreender a cultura dos povos da América, apenas sendo atormentado
por pesadelos terríveis à luz da fé cristã, onde eram atormentados. A saga do conquistador continua em “Ossário”, cheia de uma energia crua
envolvente, onde mais uma vez as guitarras e teclados se mesclam em arranjos
lúgubres, evocando os locais sagrados dos sacrifícios humanos das Amazonas,
cheios de ossos. “1542” é o ano em
que a jornada de Orellana se encerra
na foz do Rio Amazonas, na Ilha de Marajó, onde ainda se encontra em fuga das Icamiabas, buscando retornar ao Velho
Mundo, mas sob as maldições e pragas de suas perseguidoras que os acompanharão
pelo resto da vida, e segue-se uma canção soturna e opressiva, onde os teclados
e vocais ganham uma dimensão de maior destaque. Mais tradicionais no estilo da
banda são “Araka’e” (arrasadora e
rápida, com um trabalho excelente de baixo e bateria) e “Bestiários Humanos” (mais lenta, densa e introspectiva em seu
início, mas logo ganha mais agressividade e energia, com guitarras ótimas e
vocais rasgados incríveis), que apesar de aparentemente não estarem ligadas ao
tronco principal das letras do disco, mostram a resistência dos povos pagãos da
América do Sul aos ritos e costumes dos conquistadores.
O MIASTHENIA é
sempre excelente, um dos grandes nomes do Metal do Brasil. No fundo, “Antípodas” não só coroa um momento de
pura criatividade da banda, mas mostra que o trabalho do grupo é grande demais
para o Brasil.
Feriadões são complicados para o cenário musical, já que no
RJ, é comum que grandes parcelas da população se desloquem para a Região dos
Lagos do estado. Mas mesmo assim, o quarteto mageense DR. GORI fez sua parte e levou um bom público para as dependências
do Magé Tênis Clube na quente sexta-feira, dia 03/11. O quarteto ainda aproveitou
para fazer o lançamento oficial de seu DVD.
O público foi de pessoas que conheceram o trabalho de bandas
locais como CENTRAL DO BRASIL, COMUM
ACORDO, GOOX, ESTADO CRÍTICO e outros da segunda metade dos anos 80. Ou
seja, pessoas que gostam do Rock Pop Brasil oitentista, e de bandas
internacionais da época.
A noite estava agradável, o clima era quente (mas não sufocante),
até que após as 23h00min, Jovani
(vocais), Fábio (guitarras), Nideílson (baixo) e Marcelo “Uruba” (bateria) subiram ao
palco e começaram sua apresentação.
O repertório do quarteto é composto de covers dos anos 80. Óbvio
que o grupo possui canções próprias, mas deu ênfase a versões de bandas como ULTRAJE A RIGOR, LEGIÃO URBANA, BARÃO
VERMELHO e outros. Acredito que, por ser um show comemorativo (lembrando: a
banda estava lançando seu DVD), ou seja, uma festa onde se dispuseram a
divertir o público e se divertirem, eles fizeram esta opção.
Ao vivo, a banda toda é muito coesa e se sai bem. Jovani canta bem, tem boa postura ao
vivo e sabe se comunicar com o público, mesmo ponto forte do guitarrista Fábio (bom no que faz, se saindo bem mesmo
nos momentos de improvisos). Nideílson
é um ótimo baixista, toca bem, mas precisa urgentemente sair do fundo do palco,
ser mais visto pelo público (timidez não faz parte do jogo, meu caro). Já Marcelo na bateria se sai muito bem,
com boa técnica e segurando firme o ritmo.
O som estava bom, mas como o Magé Tênis Clube não possui a
melhor acústica do mundo, o som da guitarra acabou ficando muito baixo. Sim, o
som da banda estava claro, você conseguia ouvir os instrumentos, mas a guitarra
estava baixa demais.
O show em si foi bem divertido e com uma boa dose de energia,
com o público dançando ao som de músicas como “Por Que Que a Gente é Assim?”, “Nós Vamos Invadir Sua Praia”, além
de momentos de participação de metais em alguns covers de LULU SANTOS e PARALAMAS DO
SUCESSO. Mas os melhores momentos foram quando tocaram “Último Romântico” e “Lanterna
dos Afogados”.
Uma crítica bem pessoal: um setlist mais curto seria bem
vindo, além de uma fórmula de 50% do repertório ser de musicais autorais do
grupo, e 50% dele de covers. Eu sei que se não houver covers não dá público, pois
conheço o público da cidade. Mas teríamos como fazer uma análise um pouco mais
profunda.
No mais, uma boa noite, diversão garantida para quem lá
esteve no show, dor de cotovelo para quem não foi, e uma alternativa de
diversão para quem não quis ficar se espremendo em casas de praia ou
hospedarias lotadas em busca de água salgada.
Russian
deathcore band SAMADHISITARAM launched new videoclip, entitled "SHANGRI
LA", 8th track taken from the album - "KaliYuga Babalon",
released on July 14 via Sliptrick records.
We always
wanted to make a simple black and white video. These colors are classics forever,
and it's magnetic! They reminds about Charlie Chaplin and Ingmar Bergman movies
esthetics.